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Que bicho que deu?

Publicado: Segunda, 10 de Agosto de 2020, 11h21 | Última atualização em Segunda, 10 de Agosto de 2020, 11h21 | Acessos: 69

ABREU, Martha. O império do divino: festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro, 1830 – 1900. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; São Paulo: Fapesp, 1999. p. 228.

BRASIL. [Código Penal (1940)]. Código Penal e legislação complementar: inclusive Lei das Contravenções Penais. 31ª ed., Rio de Janeiro: Gráfica Aurora, 1981. p. 237.

BRASIL. Coleção LEX. Dec. Lei nº 6259 de 10/02/1944. São Paulo: LEX Ltda. Editora, 1944. (ANO VIII, pp. 45­56).

BRETAS, Marcos. Ordem na cidade: o exercício cotidiano da autoridade policial no Rio de Janeiro: 1907­1930; tradução de Alberto Lopes. Rio de Janeiro, Rocco, 1997.

 DA MATTA, Roberto; SOÁREZ, Elena. Águias, burros e borboletas: um estudo antropológico do jogo do bicho. Rocco, 1999.

 EDMUNDO, Luiz. O Rio de Janeiro do meu tempo. 2ª ed., Rio de Janeiro: Conquista, 1957. Vol. 4, cap. XXVIII. p. 866.

LABRONICI, Rômulo Bulgarelli. Sorteio de bicho: uma análise do lazer para fora da lei. Recorde: Revista de História do Esporte, v. 7, n. 2, 2014.

MAGALHÃES, Felipe. Ganhou, leva!: O jogo do bicho no Rio de Janeiro (1890-1960). Editora FGV, 2015.

MELLO e SOUZA, Júlio César (Malba Tahan). O jogo do bicho à luz da matemática. Curitiba: GRAFIPAR, 1976.

VIDAL, Armando. O jogo, a administração e a justiça. Rio de Janeiro: Typographia dos annaes, 1917. pp 57­59.

Vida Policial, ano II, nº 55, p. 10.

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