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Reformas urbanas no Rio de Janeiro

Publicado: Terça, 27 de Julho de 2021, 14h01 | Última atualização em Sexta, 13 de Agosto de 2021, 12h26 | Acessos: 1024

AS REFORMAS URBANAS DO RIO DE JANEIRO NO INÍCIO DO SÉCULO XX (1903-1906) E SUA REPERCUSSÃO NO TERRITÓRIO NACIONAL

Suelem Demuner Teixeira

Técnica do Arquivo Nacional

Mestre em história pela UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

No início do século XX, a cidade Rio de Janeiro passou por uma remodelação a fim de renovar a sua imagem como capital de um país que deveria ser apresentado como uma nação moderna e civilizada. Tais mudanças correspondiam aos anseios de uma elite republicana e estavam incluídas nos planos de duas reformas urbanas, uma de responsabilidade do governo federal e outra da administração municipal. O governo federal, presidido por Rodrigues Alves, seria responsável pela remodelação do Porto do Rio de Janeiro e outras reformas relacionadas à circulação de mercadorias, como a avenida do cais (atual Rodrigues Alves), o canal do Mangue e a construção da Avenida Central (atual Rio Branco), esta última considerada o maior símbolo da “nova capital”. A administração municipal, comandada pelo então prefeito Pereira Passos, seria responsável pela abertura e o alargamento de outras ruas além do saneamento e embelezamento da cidade.

Tais   intervenções seriam orientadas por novos usos da capital, e podem ser vistas como um investimento simbólico a fim de melhorar a imagem do país no exterior (atraindo imigrantes e investimentos) e legitimar o regime republicano em esfera nacional, alcançando o imaginário de uma população que ainda estava afetivamente apegada à Monarquia e à figura central do Imperador D. Pedro II. A atuação no imaginário social visava produzir a sensação de uma inserção em novos tempos, apagando da memória da população as representações que tivessem afinidades com o período imperial. [1] Esses projetos trariam uma nova significação para a cidade, fazendo surgir novas imagens em detrimento de imagens antigas, que deveriam ser extintas do novo cenário. A produção desse novo imaginário atingiria primeiramente a população carioca e se expandiria em seguida para o restante da população brasileira. Dessa forma, o regime republicano iria se legitimando na sociedade através desse novo espaço urbano, modernizado.

Para que a nova imagem da capital fosse legitimada e alcançasse uma repercussão em esfera nacional e internacional, foram de extrema importância os discursos materializados nos jornais, nas revistas e nas fotografias, bem como a evolução dos meios de transporte e de comunicação. No início do século XX, os jornais e revistas eram o único meio de comunicação em massa, o que fortalecia a autoridade e o poder de persuasão da imprensa da época. Logo, os produtores dos discursos que enalteciam as reformas (tanto os fotógrafos quanto os jornalistas dos diversos periódicos da época) podem ser considerados especialistas de uma produção simbólica que legitimava os interesses do poder público através de sua produção. As reformas urbanas ocuparam muito espaço na imprensa carioca, mas seu impacto ultrapassou as fronteiras da capital, repercutindo em todo o país, graças à imprensa nacional.

A imprensa surge oficialmente no Brasil no início do século XIX, e teve um desenvolvimento mais intenso a partir da segunda metade daquele século, possibilitado por alguns avanços técnicos nos transportes e nos meios de comunicação, além da emergência de profissionais dedicados exclusivamente à imprensa, como jornalistas, editores e tipógrafos. Como a distribuição de jornais era dificultada pela escassa rede de comunicações na primeira metade do século XIX, o posterior desenvolvimento do serviço postal, dos telégrafos e dos meios de transporte como as ferrovias, favoreceram a comunicação e a expansão da imprensa pelo país. O sistema de telégrafos foi fundamental para a circulação de notícias e o estreitamento das comunicações entre as regiões brasileiras. A troca de mensagens entre lugares distantes, que normalmente levava semanas ou meses, passou a ser realizada em horas. Apesar da lentidão e burocracia para seu estabelecimento[2], na época das reformas, praticamente todo o território brasileiro já havia sido contemplado pelos telégrafos, o que facilitou a repercussão desse evento no território nacional. Além disso, a ampliação das linhas ferroviárias possibilitou que os periódicos chegassem aos leitores brasileiros em um tempo mais reduzido. Os correios utilizavam os trens e bondes para distribuí-los pelas regiões mais distantes, levando para todo o Brasil as mudanças que ocorriam na capital.

As fotografias também foram um recurso muito utilizado na promoção das reformas urbanas.  As construções elegantes, como as da Avenida Central, visavam promover um efeito de encantamento, e foram registradas por fotógrafos contratados pelo poder público com a consciência do simbolismo e o impacto de seu trabalho na formação do imaginário daqueles que teriam acesso a suas imagens. Os registros de fotógrafos como Marc Ferrez e Augusto Malta eram carregados de um forte simbolismo que associavam as mudanças a uma regeneração não só da cidade, mas de todo o Brasil, representado por ela. O investimento nessas fotografias dentro do contexto das reformas urbanas visava também a promoção da cidade no exterior, e uma das medidas do governo foi a produção e emissão de cartões postais divulgando a beleza da cidade em outros países (AZEVEDO, 2016, p. 136).

As imagens presentes nas revistas ilustradas foram outra importante estratégia de promoção, associando as transformações da capital a um certo heroísmo da burguesia republicana (OLIVEIRA, 2010. p. 133) As fotografias promoviam a identificação do público leitor com os novos aspectos da cidade, possibilitando uma leitura mais fácil num formato agradável, facilitando assim a emissão e captação da mensagem. Possuindo um papel estratégico e de grande impacto social, o conteúdo dessas revistas alcançou várias regiões brasileiras. Além de terem seus artigos reproduzidos em jornais de outros estados, algumas dessas revistas circulavam pelo país por meio de assinaturas ou eram disponibilizadas para venda em diversos pontos do território nacional, podendo ser adquiridas em livrarias de Norte a Sul do país. Charges e caricaturas também ilustravam as publicações, mostrando o cotidiano da cidade de forma bem humorada, muitas vezes acompanhadas de críticas sociais.

Jornais e revistas buscavam construir uma representação ideal da capital, protagonizando uma intensa campanha em favor de sua modernização. Para convencerem seus leitores, lançavam mão de discursos de forte carga emocional e que reforçavam a importância de uma renovação na cidade. Um de seus principais recursos foi a utilização de discursos dicotômicos que enfatizavam o antagonismo entre o velho e o novo. As reformas trariam ao Rio de Janeiro a “beleza, a salubridade e a modernização”, que substituiriam a “feiura, a sujeira e o atraso”. A utilização dessas dicotomias buscava facilitar a aceitação do público às mudanças que estavam ocorrendo, mesmo que estas sacrificassem uma considerável parcela da população, que precisaria se deslocar e mudar seu cotidiano. Afinal, a renovação da capital iria além de mudanças físicas. O prefeito Pereira Passos buscou eliminar vários hábitos que faziam parte do cotidiano da cidade, lançando uma série de proibições. As classes populares deveriam se adequar às mudanças, incluindo o seu próprio afastamento das áreas que seriam remodeladas e modernizadas.

 Apesar de suas medidas autoritárias, as ações de Pereira Passos foram ovacionadas por boa parte da imprensa nacional, que as descreveram como um ato benéfico à nação representada pela capital, ignorando os malefícios causados àqueles que foram lesados em seus costumes e na garantia de sua sobrevivência. Mesmo realizando mudanças em vários pontos da cidade, a maioria delas compreendia o eixo Centro-Sul, que se tornaria o cartão-postal da cidade. Passos interferiu e contribuiu para a representatividade cultural da parte Sul da Avenida Central [3] (ao redor do Largo da Mãe do Bispo, nas imediações da atual Cinelândia), espaço que abrigaria suntuosos edifícios, como o Theatro Municipal (erguido por ele), a Escola de Belas Artes e a Biblioteca Nacional[4]. A parte Sul da Avenida Central seria a de maior destaque pela imponência de seus prédios, por sua beleza e por sua representação como espaço cultural da cidade. E ela termina justamente onde começa a avenida Beira-Mar, um dos símbolos da integração da cidade ao mar, característica que se tornaria uma marca da cidade, enfatizada ano após ano com o surgimento de novos símbolos, como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor e a Praia de Copacabana,[5] entre outros, que surgiriam nas décadas posteriores.

Mas toda essa imponência que fazia do Rio de Janeiro um cartão postal, não correspondia à realidade do cotidiano carioca.  Ao mesmo tempo em que embelezava uma parte privilegiada da cidade, Passos interferia na vida da população, condenando hábitos segundo a ótica de quem fazia parte de uma minoria privilegiada. O espaço urbano do Centro estava marcado há décadas por usos que ele desejava eliminar em quatro anos, desconsiderando o abismo histórico da desigualdade social. Apesar de algumas mudanças positivas para a cidade, Pereira Passos representava os interesses de uma elite a qual ele pertencia. Suas atitudes traduziam o autoritarismo, a utopia e o desconhecimento do cotidiano das classes populares. Mas o prefeito da capital foi transformado pela imprensa em herói nacional.  

As reformas urbanas certamente trouxeram mudanças e elas tiveram impacto sobre a cidade. No entanto, quem deu a sua dimensão foram os discursos sobre elas. Todo o investimento na capital ganhava uma dimensão nacional, [6] e isso foi facilitado pelo papel difusor e formador de opinião de uma imprensa que se enquadrava em uma política de poder dominada por uma minoria. Apesar das melhorias, estas foram setorizadas e não alcançaram boa parte de seu território, além de não terem beneficiado uma grande parcela da população carioca. Mas não era isso que se via nos jornais e nas revistas. Durante o período das reformas, grande parte da imprensa recorreu a discursos que enalteciam as mudanças, minimizando os impactos sociais. A capital exibida no Brasil e no exterior era a capital representada pela Avenida Central, pelas ruas elegantes do Centro da cidade, pela Avenida Beira-Mar. Era a cidade que partia em direção à atual Zona Sul [7], região que cada vez mais crescia no imaginário da cidade e do país como lócus de vida aprazível. Os maiores investimentos foram feitos nessas áreas privilegiadas que não correspondiam à realidade de toda a cidade. Consideradas um investimento simbólico com o objetivo de mudar a imagem da capital, tanto as reformas quanto os discursos sobre ela, não desciam às particularidades, e o que não se enquadrava na sua promoção era relegado ao abandono e ao esquecimento. Os discursos da imprensa e do poder público tendiam a superdimensionar a renovação da capital para outras regiões que não estavam presentes para ver que as mudanças não foram tão radicais quanto pareciam. O investimento simbólico em obras grandiosas e elegantes, na integração do urbano à natureza, entre outros, não teriam a mesma dimensão sem a propagação feita pela imprensa, elemento essencial na tentativa de construção de um senso comum e de uma memória que exaltava as renovações em nome de um Brasil republicano, moderno, salubre, civilizado. Os jornais de outros estados exaltavam as reformas com a esperança de que elas chegariam em suas regiões. As mudanças ocorridas no Rio de Janeiro seriam para eles o começo de uma mudança total no país. E na maioria das vezes não se noticiava a realidade, bem aquém de uma remodelação efetiva e positiva.

O Rio de Janeiro como cartão postal foi uma produção da Primeira República (1889-1930). Mas a sua renovação não correspondia à cidade em sua totalidade, embora fosse essa a representação exibida nas páginas dos jornais, das revistas, dos cartões postais e dos álbuns fotográficos. E a capital que representava o Brasil também não correspondia à realidade de um país com um território tão vasto, dividido por tantos estados e com tantas culturas. Mas foi muitas vezes apresentada pela imprensa como o espelho da nação, como se as demais regiões do país se espelhassem nela. No discurso da imprensa, o Brasil mudava porque a capital mudou. Mas apesar da influência do Rio de Janeiro e sua posição como referência nacional, cada região evoluiu de formas e em momentos diferentes, com suas próprias características.

Apesar de terem sido um recurso para a unificação do regime republicano no coração da população, as reformas foram absorvidas de acordo com as realidades de cada estado e de cada leitor, que interpretava as notícias de acordo com a sua realidade. As peculiaridades de cada região do país lhes conferiam uma cultura que era só sua. Portanto, elas não apenas não podiam como não precisavam ser uma cópia, por maior que fosse o seu encantamento com as mudanças na capital, noticiadas pela imprensa. E nem tais mudanças teriam alçado o país a uma nova condição. Ainda que a capital e até mesmo outras cidades brasileiras estivessem passando por processos de modernização naquela época, tais processos não eram homogêneos, e o país permanecia em grande parte essencialmente latifundiário e agrário. E diversificado. Apesar do destaque ocupado pelo Rio de Janeiro, então capital, sede do governo, local de grandes acontecimentos políticos, e polo de atração de migrantes e imigrantes, cada região do país possui a sua riqueza cultural e o seu lugar na história.  E é justamente essa diversidade regional que reúne tantas culturas, climas e paisagens diferentes, que fez e faz do Brasil o país que hoje conhecemos.

 .

[1]Segundo José Murilo de Carvalho, a manipulação do imaginário social é uma estratégia importante para a legitimação de um regime político, pois possui um grande peso em momentos de mudança política ou social, atingindo a cabeça e o coração da população. Ver CARVALHO, José Murilo. A formação das almas, 1990. p. 10. 

[2] A primeira linha telegráfica no Brasil foi implantada em 11 de maio de 1852. Durante a Guerra do Paraguai, (1864-1870), o telégrafo alcançou maior dimensão, ampliando a comunicação entre as regiões Sul e Sudeste do país. As preocupações militares desempenharam um papel importante na evolução dos meios de comunicação, e a guerra deu ao telégrafo um sentido de utilidade estratégica, de comunicação a distância.

[3]Ainda que projetada em complemento às obras de modernização do Porto, a Avenida Central também atenderia a outra questão, baseada nos planos de embelezamento da capital, a fim de provocar no outro um olhar agradável sobre o Rio de Janeiro. Ver BENCHIMOL, Jaime Larry. Pereira Passos: Um Haussmann tropical: a renovação urbana da cidade do Rio de Janeiro no início do século XX, 1990. p. 227.

[4]A Biblioteca Nacional foi inaugurada em 1910, mas sua pedra fundamental foi erguida em 1905, durante a gestão de Pereira Passos e Rodrigues Alves.  Já o prédio do Museu Nacional de Belas Artes foi projetado pouco depois dessa gestão, pelo arquiteto espanhol Adolfo Morales de Los Ríos, em 1908. No entanto, tal edifício pode se encaixar no contexto daquelas reformas urbanas, pois Los Ríos já participava de concursos para as fachadas dos prédios da Avenida Central desde sua construção, em 1904

[5]Foi a introdução dos bondes, na década de 1870, que impulsionou a expansão para a Zona Sul. Porém, com Pereira Passos a campanha se intensificou. Passos abriu um túnel ligando Botafogo a Copacabana e realizou obras na Avenida Atlântica, a fim de fazer ali um passeio, visando tornar o bairro um dos encantos da cidade. Dali em diante, as ocupações seriam estendidas por todo o litoral Sul, até o Leblon (que teve sua ocupação efetivada na década de 1920). Na gestão de Pereira Passos, Copacabana ainda caminhava para uma ocupação efetiva, mas em pouco tempo o bairro se tornou um dos maiores cartões-postais da cidade, símbolo da vida aprazível carioca.

[6]Esse tipo de influência é típica de cidades dotadas de capitalidade como o Rio de Janeiro. O Rio já era considerado um padrão para outras regiões desde sua época como Corte Imperial, e sua influência foi intensificada no início do século XX pela comunicação em massa e sua capacidade de difusão de bens simbólicos. O conceito de capitalidade foi desenvolvido pelo historiador e teórico italiano de arte, Giulio Carlo Argan em L’Europe des Capitales, publicado em 1964. Tal obra analisa a importância da cidade-capital no processo de estabelecimento das monarquias nacionais europeias no século XVII. Margarida de Souza Neves aplicou a teoria de Giulio Carlo Argan sobre o conceito de capitalidade à realidade do Rio de Janeiro na virada do século XX, apontando o valor simbólico que esta possuía enquanto vitrine da nação, e mostrando que tal característica foi fundamental para os investimentos na cidade. Em seu texto Brasil! Acertai vossos ponteiros!, a autora explica a visão de Giulio Carlo Argan de que uma capital é uma alegoria do poder.

[7]Para evitar anacronismo, foi utilizado o termo “então” Zona Sul, porque o termo “zona” não era utilizado no contexto de divisão territorial naquela época.

Bibliografia aqui

 Arquivos utilizados

Fotografias:

Avenida Beira Mar Trecho da Glória, 1906. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0025de0035

 

Avenida Beira Mar Trecho Inicial e Obelisco, 1906. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0031de0035

 

Avenida Beira Mar Trecho do Passeio Público, 1906. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0022de0035

 

Avenida Central, Clube de Engenharia, 1906. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0007de0035

 

Avenida Central, Jornal O Paiz. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0009de0035

 

Copacabana, 1921. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0234_m008

 

Charge de Francisco Pereira Passos. Fundo Correio da Manhã

PereiraPassosCharge_BR_RJANRIO_PH_0_FOT_38216_005

 

Charge de Francisco Pereira Passos na Revista da Semana. Fundo Correio da Manhã

BR_RJANRIO_PH_0_FOT_38216_010

 

Retrato de Francisco Pereira Passos. Fundo Correio da Manhã

BR_RJANRIO_PH_0_FOT_38216_001

 

Theatro Municipal, 1906. Fundo Fotografias Avulsas.

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0013de0035

 

Avenida Central, Clube de Engenharia, 1906. Fundo Fotografias Avulsas

BR_RJANRIO_O2_0_FOT_0520_m0007de0035

 

Mapas e plantas:

O fundo documental Francisco Bhering, sob a guarda do Arquivo Nacional, possui um acervo com cerca de 680 documentos cartográficos referentes a correios, telégrafos, ferrovias, urbanismo, estados e municípios do Brasil. Tal acervo constitui uma ampla fonte documental cartográfica sobre a urbanização do país.

Carta do Império do Brasil com a designação das ferrovias, colônias, engenhos centrais, linhas telegráficas e navegação a vapor, 1883. Arquivo Nacional. Fundo Ministério da Instrução Pública, Correios e Telégrafos  BR_RJANRIO_50_0_MAP_0012

 

Esquema das linhas telegráficas do Brasil. Arquivo Nacional. Fundo Francisco Bhering. BR_RJANRIO_F4_0_MAP_0590

 

Estrada de ferro Central do Brasil 1900. Arquivo Nacional. Fundo Francisco Bhering.

BR_RJANRIO_F4_0_MAP_0288

 

Álbuns fotográficos:

FERREZ, Marc. O álbum da Avenida Central. Um documento fotográfico da construção da Avenida Rio Branco. Rio de Janeiro, 1903-1906. Rio de Janeiro: João Fortes Engenharia/ Ex Libris, 1983. Fundo Família Ferrez - FF-GF.2.24.2.19

- Avenida Central, 1910

- Avenida Central Eixo Sul, 1910

- Obras de construção da Avenida Central, 1904. Trecho ao lado o morro do Castelo.

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