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Campos de concentração no Brasil: os campos da fome

Publicado: Segunda, 06 de Dezembro de 2021, 13h45 | Última atualização em Segunda, 06 de Dezembro de 2021, 14h17 | Acessos: 1456

Campos de concentração no Brasil: os campos da fome

Assistente de Pesquisa do Arquivo Nacional Denise de Morais Bastos

Mestre em Turismo pela Universidade Federal Fluminense

 

“Chegou a desolação da primeira fome. Vinha seca e trágica, surgindo no fundo sujo dos sacos vazios, na descarnada nudez das latas raspadas.”

(Rachel de Queiróz, O Quinze, p. 56)

Em seu livro de estreia, Rachel de Queiroz, então com vinte anos de idade, situou seus personagens no cenário da grande seca que se abateu sobre o estado do Ceará, em 1915. As descrições rigorosas das paisagens, as frases econômicas e habilmente buriladas e o mote da história provocaram um impacto desconcertante em 1930, quando de seu lançamento. Partes do enredo são ambientadas ou fazem referência ao campo de concentração mandado construir pelo poder público estadual para impedir que indivíduos e famílias inteiras, oriundas das localidades do sertão assoladas pela fome, se aproximassem da capital, Fortaleza.

A experiência das autoridades locais com as levas de sertanejos que abandonavam o semiárido durante os períodos de seca em busca de auxílio e trabalho não era nova. Em 1877, durante o Império, aproximadamente 110 mil indivíduos partiram dos sertões em direção à capital do Ceará, acossados pela fome (TRAVASSOS, 2011, p. 718). Abarracamentos construídos pelos próprios retirantes “de forma improvisada na periferia da cidade” (PINHEIRO NETO, 2014, p. 79) transformaram-se em palco de miséria e de uma epidemia de varíola. Em 1915, a estratégia utilizada pelas autoridades para lidar com os retirantes consistiu na instalação de um campo de concentração distante da cidade no qual ficaram confinados. Esse tipo de investida do poder público longe de ser encerrado com a seca de 1915 foi, ao contrário, repetido e ampliado em 1932.

 

A seca de 1915 e o Campo do Alagadiço

“Conceição atravessava muito depressa o Campo de Concentração. [...] Que custo, atravessar aquele atravancamento de gente imunda, de latas velhas, e trapos sujos” (Rachel de Queiróz, O Quinze, p. 64-65)

 

A região Nordeste do Brasil é assolada por longos períodos de seca que devastam as culturas agrícolas de subsistência e a criação de animais, acarretando a perda de milhares de vidas humanas. Essas ocorrências climáticas são registradas desde o período colonial e agravam a já extrema situação de pobreza em que se encontram as populações que habitam a região. Entre os estados brasileiros mais afetados pelas secas encontra-se o do Ceará.

Um longo período de estiagem, iniciado em 1913, recrudesceu rapidamente e pôs em marcha um sem-número de indivíduos em busca de algum tipo de amparo. Chamados de retirantes ou de flagelados da seca, denominações que iriam persistir por todo o século XX, os habitantes das áreas mais castigadas pela seca de 1915 partiam em árduas caminhadas, acentuadas pela aridez das estradas e pela total falta de alimentos, em direção à Fortaleza, capital do estado do Ceará. Sua intenção era, em lá chegando, lograr obter acesso aos socorros públicos e às frentes de trabalho oferecidas pelo governo.

Milhares não conseguiam completar a jornada, que às vezes chegava a centenas de quilômetros. Os que alcançavam Fortaleza eram recebidos com desconfiança e medo indisfarçados pelas elites locais.Espalhavam-se por ruas e praças, que faziam as vezes de moradia, e sua presença desencadeou reações acaloradas na imprensa local, que passou a exigir, juntamente com políticos e médicos, que fossem contidos e afastados das áreas centrais da cidade (TRAVASSOS, 2011, p. 718). Numerosos relatórios e boletins oficiais, impregnados pelo discurso higienista predominante à época, insistiam na necessidade de alguma medida que, no entender de seus autores, protegesse a população da capital contra as possibilidades de saque, violência, caos, sujeira e doenças (TRAVASSOS, 2011, p. 718-719). A Biblioteca Maria Beatriz Nascimento, do Arquivo Nacional, guarda uma dessas publicações em sua coleção de obras raras: a do deputado fortalezense Ildefonso Albano. O secular problema do Nordeste (ALBANO, 1917) consiste em um discurso pronunciado pelo autor na Câmara dos Deputados Federais com o intuito político de chamar atenção do Governo Federal, chefiado à época pelo presidente da República Wenceslau Braz, para a situação dos flagelados. É ilustrado com fotografias que retratam cenas fortes como as intituladas O que a seca deixou de 500 cabeças de gado, “Famintos aglomerados na estação de Iguatu” e “Salustiano Alves Bezerra e sua família”.

O Campo de Concentração do Alagadiço foi criado em 1915, nas proximidades de Fortaleza, para conter a multidão de retirantes que chegou à cidade. Sua construção atendeu às prescrições higienistas então vigentes sobre a melhor localização em relação aos ventos de forma a evitar a propagação de “miasmas”. Também conhecido como “curral do governo”, o campo de concentração do Alagadiço chegou a receber oito mil indivíduos (CÂNDIDO, 2014, p. 109), em uma ação que constituiu um misto de assistência e repressão. Os retirantes eram mantidos com algum pouco alimento, controlados por inspetores do campo e sob a vigilância de soldados (TRAVASSOS, 2011, p. 719). A insalubridade ganhava proporção em virtude da grande quantidade de pessoas encurraladas em um pequeno espaço, da falta de condições de higiene das instalações, da deterioração dos alimentos e contaminação da água fornecidos, da precariedade das acomodações, da ausência de tratamento adequado dos dejetos e, obviamente, da compulsoriedade do confinamento. A alimentação – chamada de ração – era insuficiente e a distribuição de remédios e vacinas, intermitente, levando muitos à morte. Do campo de concentração, os retirantes poderiam ser enviados para as frentes de trabalho, sendo sua mão de obra barata empregada na construção de açudes ou em obras de urbanização e remodelamento da capital.

 

A seca de 1932 e a multiplicação dos campos de concentração

A ausência de inverno no Ceará em 1931 foi um primeiro alerta para os sertanejos que, ainda assim, decidiram manter-se em suas casas. A inexistência de chuvas nos meses que se seguiram confirmou a aproximação de uma grande seca e os retirantes - massas de migrantes formadas por pequenos agricultores, homens, mulheres e crianças - se colocaram em marcha da caatinga em direção à Fortaleza. Nas caminhadas, buscavam cidades onde se encontrassem estações de trem, a partir de onde poderiam mais facilmente chegar ao seu destino e aos ansiados “socorros” oferecidos pelo poder público. Ao longo do caminho, os pequenos núcleos de retirantes iam se encontrando e formando grandes grupos de flagelados que chegavam diariamente à Fortaleza, situação que era fartamente noticiada nos jornais locais.

A instabilidade política desencadeada pelo movimento de 1930 e a escassez severa a que ficaram destinadas as populações do sertão com a seca de 1932 delinearam um cenário de grande inquietação após um breve período de prosperidade ocorrido no Ceará durante os anos 1920. De um lado, o desarranjo institucional resultante da dissolução da Câmara dos Vereadores e da Assembleia Legislativa por parte do governo de Getúlio Vargas (RIOS, 2014, p. 9), agravado pela revolta constitucionalista em São Paulo, impedia a realização de ações efetivas de amparo à população atingida pela seca. De outro, as multidões de sertanejos, premidas por toda sorte de necessidades e sem acesso aos habituais socorros oficiais, saqueavam armazéns e arremetiam-se contra carregamentos de alimentos transportados pelos trens. Em um segundo momento, já sem acesso às passagens distribuídas pelo governo federal, passaram a invadir os trens com destino à Fortaleza. Vencer a distância que separava o sertão cearense da capital em uma viagem de trem poupava-lhes a realização de um esforço físico extenuante e, não poucas vezes, a vida.

O fundo Gabinete Civil da Presidência da República (BR RJANRIO 35), custodiado pelo Arquivo Nacional, guarda algumas correspondências trocadas entre as autoridades locais e o Palácio do Catete, então endereço oficial da Presidência da República. É o caso do telegrama enviado pelo Capitão do Exército Roberto Carneiro de Mendonça, Interventor Federal do Ceará, ainda em setembro de 1931, a respeito do agravamento da situação dos sertanejos. No documento, caracterizado como “urgente” e datado de 30 de setembro de 1931, o Capitão Carneiro Mendonça endereçou um pedido a Getúlio Vargas, então Chefe do Governo Provisório, insistindo no adiantamento de valor destinado ao socorro dos estados nordestinos afetados pela seca. Em justificativa ao pedido, alega que seu governo se encontrava frente a uma “horrível situação” criada pela vinda para a capital do povo assolado pela fome. Na sequência de suas argumentações, o interventor fez uso de um expediente frequente à época: solicitou que o valor inicialmente acertado fosse aumentado de forma a permitir a construção de canais de irrigação e a construção de uma estrada. O pedido foi atendido, embora não em sua totalidade, e aproximadamente um mês depois, renovado. Nessa nova tentativa, o Capitão Carneiro de Mendonça fundamenta a solicitação nos seguintes termos: o povo faminto estaria atacando o comércio e ameaçando os engenheiros da Inspetoria contra as Secas. Robustecia-se, assim, uma dupla estratégia dos poderes públicos locais: a de utilizar o drama das famílias de retirantes como fundamentação para o pedido de recursos financeiros ao governo federal e a de empregar os valores enviados para o socorro aos flagelados em obras de melhorias que atendiam aos interesses das elites econômicas cearenses.

A chegada ininterrupta de retirantes em Fortaleza fez com que o discurso disciplinador reemergisse com força na capital, agora associado a teorias eugênicas (ARAÚJO; SILVEIRA, 2006/2007, p. 105) e adornado por ideias de modernidade, progresso e civilização abraçadas pela elite econômica e política local. Em fotografia integrante do fundo Correio da Manhã (BR RJANRIO PH), custodiado pelo Arquivo Nacional, pode-se entrever alguns dos contornos que assumiam esses ideais de civilização: um grande grupo posa para o fotógrafo aos pés da estátua de José de Alencar, inaugurada em 1929 em uma das praças da cidade. Chama a atenção a gola de pele de raposa que enfeita a indumentária da dama ao centro da imagem, usada sob o sol escaldante de Fortaleza.

O controle, disciplinamento e isolamento das massas de retirantes consideradas perigosas foram acirrados pelos governos federal e estadual, resultando, dessa vez, na construção de sete campos de concentração espalhados pelo estado do Ceará. A construção dos campos de concentração iniciou-se em abril de 1932, com localização em lugares estrategicamente selecionados de forma a assegurar “o encurralamento” (RIOS, 2014, p. 9) do maior número possível de retirantes oriundos do Sertão do estado. Duas estradas de ferro cortavam o Ceará à época. A Estrada de Ferro de Baturité interligava o estado de norte a sul e seu percurso incluía os municípios de Quixeramobim, Senador Pompeu e Crato, onde foram instalados campos de concentração. O de Quixeramobim com cinco mil pessoas; o de Patu, no município de Senador Pompeu, com vinte mil; e o de Buriti, no município de Crato, com sessenta mil pessoas (ARAÚJO; SILVEIRA, 2006/2007, p. 106). O campo de concentração de Cariús, no município de São Matheus, com 31.906 pessoas (ARAÚJO; SILVEIRA, 2006/2007, p. 106), não se localizava em cidade com uma estação ferroviária, mas estava próximo à estação do município do Cedro (RIOS, 2014, p. 19). O percurso da Estrada de Ferro de Sobral não coincidia com a região mais atingida pela seca e em suas imediações um único campo de concentração foi construído: o de Ipu. Em Fortaleza foram construídos dois campos de concentração - Matadouro e Urubu - com 5.500 pessoas (ARAÚJO; SILVEIRA, 2006/2007, p. 106), localizados nas proximidades das estações finais das duas linhas férreas. Outros documentos integrantes do fundo Gabinete Civil da Presidência da República (BR RJANRIO 35) sugerem que os campos de concentração recebiam gêneros enviados pelo Governo Provisório (1930-1934), como é caso do telegrama datado de 12 de janeiro de 1933 e enviado a Olívio Câmara, Interventor Federal do Ceará, substituto.

Em paralelo, eram criadas frentes de trabalho e, mais uma vez, a mão de obra dos migrantes confinados nos campos de concentração, inclusive a de mulheres e crianças, foi utilizada na urbanização das cidades. Araújo e Silveira (2006/2007) discorrem com riqueza de detalhes sobre como esse processo ocorreu na cidade de Ipu/CE, onde um dos campos estava localizado. De acordo com os autores (ARAÚJO; SILVEIRA, 2006/2007, p. 100), a ferrovia que partia da cidade de Sobral/CE em direção aos sertões foi planejada para escoar a produção algodoeira para os portos localizados no litoral do estado. Como outras obras públicas de infraestrutura realizadas no Ceará, no período compreendido entre o final do Império e as duas primeiras décadas do século XX, esta também obteve recursos federais provenientes das ações de combate aos efeitos das secas, inicialmente previstos para “socorrer os ‘flagelados’”. Açudes e poços para criação de gado, não raras vezes construídos dentro de propriedades privadas, prédios públicos, avenidas, praças, calçamento, estradas e portos encontravam-se entre as obras que receberam esse tipo de recurso e que não eram necessariamente direcionadas a atender às demandas da população sertaneja pauperizada. A força de trabalho dos retirantes detidos nos campos de concentração implicava em pouquíssimos custos e era igualmente alocada nas indústrias.

As estratégias de isolamento dos flagelados adotadas pelos poderes públicos estadual e federal consistiram, além da construção de campos de concentração, na organização de frentes de trabalho e em “políticas de emigração forçada para outros Estados” (RIOS, 2014, p. 9). Os campos de concentração construídos durante a seca de 1932 nas cidades do Sertão cearense não impediram que grande número de retirantes alcançasse Fortaleza, contrariando o previsto pelas autoridades que os planejaram. A chegada incessante de flagelados à capital abriu mais uma vez caminho para a utilização gratuita de sua força de trabalho e a cidade transformou-se em um movimentado canteiro de obras financiado pelo governo federal sob a justificativa de socorrer os retirantes. As reformas urbanas empreendidas, que contaram com a mão de obra barata e abundante dos sertanejos atingidos pela seca, consistiram na edificação de prédios; abertura, alinhamento e calçamento de ruas e avenidas; construção e ajardinamento de praças; remodelação de fachadas; e melhoramentos realizados no porto.  O trabalho dos retirantes era realizado em troca de comida e, mesmo nos momentos em que estavam fora dos campos de concentração, eram mantidos sob estreita vigilância. Kênia Souza Rios, em trabalho de pesquisa sobre os campos de concentração do Ceará (2014), aponta outra variável que começou a influenciar o contexto local: o desenvolvimento da atividade turística em Fortaleza. Estímulo adicional para as reformas urbanas, a visitação de turistas passara a contar com um novo atrativo turístico: os campos de concentração localizados na cidade. Segundo a autora, “a miséria tornava-se espetáculo para os excursionistas” (RIOS, 2014, p. 52). A busca dos sertanejos por trabalho não se encerrava quando chegavam à Fortaleza. Muitos espalharam-se por diversas regiões do país, com passagens pagas pelo poder público. Um dos destinos era a Amazônia, para onde se deslocavam em busca de trabalho nos seringais.

Rachel de Queiróz registrou em ficção a diáspora dos sertanejos cearenses durante o período das secas e detalhou a infâmia de seu confinamento em campos de concentração. Para além dos relatórios oficiais e das notícias de jornais da época que igualmente registraram o fato, a experiência brasileira de confinar milhares de indivíduos em campos de concentração nas primeiras décadas do século XX vem sendo também examinada por estudiosos, como Rios (2014) e Neves (1995; 2001), entre outros, e ainda pelo cinema. O filme Currais (2021), dirigido por David Aguiar e Sabina Colares, aborda, de maneira contundente, o aprisionamento dos retirantes da grande seca de 1932.

 

Bibliografia, clique aqui

 

Imagens

Demonstrativo do número de migrantes que obtiveram socorros. In: ALBANO, Ildefonso. O secular problema do Nordeste: discurso pronunciado na Camara dos Deputados em 15 de outubro de 1917. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.  Biblioteca Maria Beatriz Nascimento/Arquivo Nacional. OR 4472.

Retirantes esmolando nas ruas de Fortaleza; retirantes recebendo passagens para emigrar; e embarque de retirantes. In: ALBANO, Ildefonso. O secular problema do Nordeste: discurso pronunciado na Câmara dos Deputados em 15 de outubro de 1917. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.  Biblioteca Maria Beatriz Nascimento/Arquivo Nacional. OR 4472.

 

Folha de rosto. In: ALBANO, Ildefonso. O secular problema do Nordeste: discurso pronunciado na Câmara dos Deputados em 15 de outubro de 1917. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.  Biblioteca Maria Beatriz Nascimento/Arquivo Nacional. OR 4472.

O que a seca deixou de 500 cabeças de gado. In: ALBANO, Ildefonso. O secular problema do Nordeste: discurso pronunciado na Câmara dos Deputados em 15 de outubro de 1917. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.  Biblioteca Maria Beatriz Nascimento/Arquivo Nacional. OR 4472.

Famintos aglomerados na estação de Iguatu. In: ALBANO, Ildefonso. O secular problema do Nordeste: discurso pronunciado na Câmara dos Deputados em 15 de outubro de 1917. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.  Biblioteca Maria Beatriz Nascimento/Arquivo Nacional. OR 4472.

Salustiano Alves Bezerra e sua família. In: ALBANO, Ildefonso. O secular problema do Nordeste: discurso pronunciado na Câmara dos Deputados em 15 de outubro de 1917. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1917.  Biblioteca Maria Beatriz Nascimento/Arquivo Nacional. OR 4472.

Telegrama do Capitão do Exército Roberto Carneiro de Mendonça, Interventor Federal do Ceará, para Getúlio Vargas, Chefe do Governo Provisório, solicitando adiantamento do envio de recursos para a população afetada pela seca. Fortaleza, 30 de setembro de 1931. BR_RJANRIO_35_00001 e BR_RJANRIO_35_00002.

Telegrama expedido pela Secretaria da Presidência da República para o Capitão do Exército Roberto Carneiro de Mendonça, Interventor Federal do Ceará, informando sobre o envio de recursos financeiros. [Rio de Janeiro], 7 de outubro de [1931]. BR_RJANRIO_35_00003.

Telegrama do Capitão do Exército Roberto Carneiro de Mendonça, Interventor Federal do Ceará, para Getúlio Vargas, Chefe do Governo Provisório, informando sobre o agravamento da seca e solicitando recursos financeiros. Fortaleza, 5 de novembro de 1931.  BR_RJANRIO_35_00004.

Grupo posa aos pés da estátua de José de Alencar. Fortaleza, [c. 1929]. Fundo Correio da Manhã. BR_RJANRIO_PH_0_FOT_07723_006.

Telegrama expedido pela Secretaria da Presidência da República para Olívio Câmara, Interventor Federal do Ceará, substituo, informando sobre requisições de gêneros necessários ao abastecimento dos centros de serviço e dos campos de concentração. BR_RJANRIO_35_00011.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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