Nordeste brasileiro: uma região em êxodo
O que pretendemos mostrar aqui é uma forma de olhar o migrante nordestino: complexa, misturando alteridade, identidade, sub-representação e violência simbólica, fruto do encontro dos olhares do público, dos produtores de arte e do Estado, da maneira como os nordestinos enxergam a si próprios.
Com a chegada do português Pedro Dias ao Rio de Janeiro, em 1915, o Club Ginástico Português, que tradicionalmente já possuía vocação para a ginástica e o halterofilismo, recebeu novo impulso na promoção do esporte.
Recife, 1963: o canto do cisne da democracia brasileira - Um filme
A eleição de 1963 ficou registrada na história como o último grande momento de afirmação democrática e de protagonismo das massas populares no Recife antes dos longos anos de ditadura.
Moral, pátria e cinema: o pioneirismo de Líbero Luxardo
“Entre o pecado pela beleza e a vitude pela mediocridade não hesite: abrace apaixonadamente o primeiro.”A frase integra um artigo do jornalista e cineasta paulista radicado no Pará Líbero Luxardo, nascido em 1908 em Sorocaba.
Tia Ciata: racismo disfarçado de ordem pública
Citar "condições de higiene" era a fórmula padrão da burocracia higienista para punir o que as elites consideravam "atraso" e a presença “indevida” das classes populares em regiões centrais: o acúmulo de pessoas em residências que funcionavam simultaneamente como cortiço, comércio e espaço religioso.
Entre cores e estrelas: símbolo e identidade
A bandeira demorou a cair no gosto popular. Indiferentes à filosofia positivista e à astronomia que organizava a esfera celeste, o povo brasileiro de uma forma geral só passou a se afeiçoar à bandeira nacional a partir de 1922, quando do centenário da Independência.
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